
A ação mira uma organização criminosa que teria atuado com o apoio de um servidor público para liberar benefícios indevidamente por meio do acesso ilícito aos sistemas do INSS.
De acordo com a PF, o Maranhão está entre os três estados onde foram executadas ordens judiciais, ao lado do Pará e de São Paulo.
No total, a Justiça Federal expediu sete mandados de busca e apreensão e dez mandados de prisão preventiva, parte deles direcionados a investigados que atuavam ou tinham conexões no território maranhense.
As investigações apontam que o grupo criminoso fraudou 226 benefícios previdenciários, gerando um prejuízo superior a R$ 10 milhões aos cofres públicos.
Entre os benefícios liberados irregularmente estão pensões por morte, auxílios-reclusão, pensões alimentícias e seguros-desemprego.
A PF reforça que um servidor público teria usado seu acesso privilegiado aos sistemas internos do INSS para viabilizar as fraudes.
A Operação Hacker SA II é realizada em parceria com a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP/MPS), que seguirá auxiliando na análise dos dados e na identificação de outros envolvidos.
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