Em reunião ontem quarta-feira (8) com gestores das escolas que tiveram obras financiadas pelo BNDES no governo passado e que estão paralisadas desde setembro de 2014, a secretaria de Estado de Educação (Seduc) reorganizou o calendário letivo e discutiu medidas para retomada imediata das obras nesses centros de ensino.
Participaram da reunião, os gestores das escolas Maria Mônica Vale, Roseana Sarney, Lara Ribas, Y Bacanga, Cidade Operária I, Rio Grande do Norte, Arimatéia Cisne, Padre Antônio Vieira, Paulo VI e Mário Meireles. Na ocasião, ficou definido que o início das aulas nessas escolas deverá acontecer até o final deste mês de abril.
“Estamos felizes e esperançosos junto com a comunidade escolar porque o atual governo está tomando todas as providências para resolver esse problema deixado pela gestão passada e que tanto prejudicou a escola”, ressaltou Maria da Conceição da Silva Santos, gestora do CE Cidade Operária I, que atende 1,3 mil alunos nos três turnos.
Os gestores pontuaram as necessidades estruturais de cada uma das unidades de ensino, algumas sem condições de iniciar o ano letivo. Para este caso, o governo do Estado destinou um repasse emergencial, por meio do Caixa Escolar. Entretanto, a maioria das escolas tiveram obras iniciadas em junho do ano passado e paralisadas desde setembro do mesmo ano. Os recursos foram bloqueados por problemas de fiscalização e outras irregularidades encontradas nos projetos dessas obras, durante a administração anterior.
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